quarta-feira, abril 28, 2004
Um Brasil negro!!!
Não sei se a história a seguir é genuína, mas é carregada de muita beleza e poesia por si só. Sinceramente espero que apreciem assim como eu!!!
Antigamente, no Brasil, para se ter melado os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e o levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, cansados de tanto mexer, e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado). Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: esse “azedo” do antigo melado era álcool, que aos poucos evaporava, formando no teto da senzala algumas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava, daí o nome PINGA, e ao cairem nas costas dos escravos, marcadas com as chibatadas, ardia muito e por isso o nome AGUARDENTE.
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos viram que a tal goteira dava um barato e passaram a repetir o processo constantemente.
Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!
Salve toda a contribuição cultural de extrema riqueza que recebemos do povo negro. Povo este que foi arrancado de sua terra natal de forma tão brutal. Essa é uma herança cultural que incorporamos com muito pesar, ao custo de muito suor e sangue, e que nos causa muita vergonha desse passado de extrema injustiça.
O Brasil ainda guarda uma grande dívida com todos os seus negros. Sonho com o dia em que iremos saldar essa dívida...
Antigamente, no Brasil, para se ter melado os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e o levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, cansados de tanto mexer, e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo (fermentado). Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: esse “azedo” do antigo melado era álcool, que aos poucos evaporava, formando no teto da senzala algumas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava, daí o nome PINGA, e ao cairem nas costas dos escravos, marcadas com as chibatadas, ardia muito e por isso o nome AGUARDENTE.
Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos viram que a tal goteira dava um barato e passaram a repetir o processo constantemente.
Hoje, como todos sabem, a pinga é símbolo nacional!
Salve toda a contribuição cultural de extrema riqueza que recebemos do povo negro. Povo este que foi arrancado de sua terra natal de forma tão brutal. Essa é uma herança cultural que incorporamos com muito pesar, ao custo de muito suor e sangue, e que nos causa muita vergonha desse passado de extrema injustiça.
O Brasil ainda guarda uma grande dívida com todos os seus negros. Sonho com o dia em que iremos saldar essa dívida...
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Encontrei, ao acaso, um dos portões que levam ao paraíso e ele fica aqui, na terra, pertinho de casa pra falar a verdade. É a Toca da Cachaça, lá a arte de produzir a bebida dos deuses é concebida de forma a encher os olhos. Prateleiras e mais prateleiras dos mais variados tipos de aguardente, muitas delas de produção artesanal. Uma verdadeira orgia etílica!!!
A casa oferece ainda diversos tipos de vinhos e temperos. Um lugar à ser visitado com calma e sempre. Um monumento erguido em homenagem a esta bebida que caiu nas graças populares, adentrando pela porta dos fundos.
A Toca da Cachaça fica na avenida Ayrton Senna da Silva, 429 no Jardim Proença em Campinas.
A casa oferece ainda diversos tipos de vinhos e temperos. Um lugar à ser visitado com calma e sempre. Um monumento erguido em homenagem a esta bebida que caiu nas graças populares, adentrando pela porta dos fundos.
A Toca da Cachaça fica na avenida Ayrton Senna da Silva, 429 no Jardim Proença em Campinas.
Meu Perfil
Quem sou?
Difícil definir em poucas palavras.
Nasci num Domingo, dia 2 de Setembro de 1979, as 15:40 mais precisamente. Na ocasião fui presenteado com o seguinte poema, feito ainda na maternidade, de autoria de minha avó materna.
Difícil definir em poucas palavras.
Nasci num Domingo, dia 2 de Setembro de 1979, as 15:40 mais precisamente. Na ocasião fui presenteado com o seguinte poema, feito ainda na maternidade, de autoria de minha avó materna.
No dia em que você nasceu
Eu vi
No amor de seus pais,
O amor de um menino que se fazia adulto
Por amor de sua mãe.
Eu vi
O amor de uma menina,
No doloroso processo da maternidade,
Transformá-la em mulher plena.
Eu vi
O Amor de Deus,
O puro amor de Deus,
Na ternura, quando se doavam sem reservas
Um ao outro e ambos a você,
Naqueles momentos difíceis de tensão e dor
Que antecederam ao seu nascimento.
Eu vi
Ali, eu vi Deus no meio dos homens!
Eu vi
A força desse amor vencer
Todos os medos naquela menina Tânia,
Que se superava para fazer-se mãe.
Eu vi
Nas lágrimas de seu pai,
Que ele se despedia com alegria do
Menino Carlos para assumir-se pai.
Eu vi
De repente eu vi
O amor que irrompia em vida,
Em choro, em carne
E se chamava Fábio.
Eu vi
Ali, de repente eu vi
Renascer os sonhos mortos de uma
Mulher que se fazia novamente menina,
Por você,
Os sonhos de sua avó Diva.
Mas a história não termina aí e ainda há muito mais à ser dito!
E continuando nesta árdua tarefa de transpor toda a minha experiência de vida neste espaço limitado, a melhor definição que já vi é a de Fernando Pessoa “Somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fizeram de nós”.
Pois bem, até o presente momento esses desejos levaram a graduar me em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas. Mas quero voar ainda mais alto, com destino as terras da rainha em Londres! Quem sabe o que o destino me aguarda?
Meu maior feito até agora ficará registrado na história. Quantas pessoas podem dizer que têm sua fotografia publicada no encarte do álbum de sua banda preferida? Pois acredito ter a minha! Digo que acredito porque a suposta fotografia é cercada de um grande mistério... Isso aconteceu em 19 de Janeiro de 2001, na terceira edição do Rock in Rio quando a banda inglesa Iron Maiden fechou com chave de ouro a noite metal. Por ocasião desta apresentação foi produzido um álbum ao vivo em um dos melhores momentos da Donzela, e que pôde ser testemunhado por mim e por outras 250 mil pessoas. De fato foi um show memorável!
Iron Maiden, esta banda tem muito a ver comigo, Fábio de Paula Martins!!!


